Devolver a Vida à Serra

   Hoje fomos a serra ver os nossos sobreiros e verificamos que uns tinham crescido, outros tinham a mesma altura, mas todos estavam vivos. E, por isso, ficamos muito felizes e esperamos que eles não sequem durante o verão.

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 A natureza estava muito florida e verdinha. Observamos algumas plantas e tentamos identificá-las com o livro-guia de plantas da serra que a Cristina nos emprestou. Vimos estevas, lírios do campo, rosmaninho, medronheiros, bole-bole, estevão, tojo e outras que não sabemos o nome.

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   Recolhemos algumas rochas para estudarmos: grauvaque, xisto e quartzo leitoso.
Achamos esta visita muito interessante e gostamos muito de estar ao ar livre.

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Depois de vermos a fábrica de cortiça fomos para a Quinta do Peral lanchar.
A seguir fomos fazer um porta-chaves com cortiça.
Depois fomos almoçar.
Brincámos um pouco e a seguir fomos ver os animais. Primeiro vimos os coelhos e em seguida os porquinhos-da-Índia, depois as aves. Alguns meninos foram dar comida à cabra. Eu também dei e ela fez-me cócegas.

Susana

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Depois da fábrica da cortiça fomos à Quinta do Peral. Chegámos lá e fomos comer o lanche da manhã. A seguir fomos brincar e depois fomos fazer porta-chaves com cortiça.
Quando acabámos fomos ver a quinta. A Cristina mostrou-nos a quinta que era uma antiga escola primária. Depois vimos as árvores e outras plantas.
Vimos também os animais: colehos, porquinhos-da-índia, galos, galinhas , patos, gansos, cabras, pavoas.

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                                                                                                Gabriel

A seguir fomos à Quinta do Peral. Lanchámos e fomos fazer porta-chaves de cortiça.
No fim da actividade, fomos ver as plantas. Primeiro vimos a compostagem (onde se colocam vegetais, cascas e as minhocas ajudam aa fazer o estrume).
Também vimos várias plantas: laranjeira, bela-luísa, sabugueiros, oliveiras, marmeleiros enxertados com ramos de pereira.
Vimos um canteiro só com plantas aromáticas: salsa, hortelã, e outro com trigo.
Vimos depois os animais: coelhos, e também os alimentamos, porquinhos-da-índia, rolas, pombos, perus, bode, cabras, patos mudos, gansos, patos reais.
ER por fim, vimos a coleção de ovos desde o mais pequeno (do periquito) até ao maior (de avestruz).

Rodrigo Cavaco
Gostámos muito desta visita.

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Devolver a vida à serra no Museu do Traje

Na terça-feira, no nosso projeto “Devolver a vida à serra” fomos ao museu do Traje ver a exposição da cortiça e aprendemos várias coisas sobre o sobreiro que foi a planta que plantamos na serra.

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Vimos um filme sobre como se tira a cortiça do sobreiro: usa-se um machado com lâmina curva para não ferir a árvore. Se a árvore for ferida, não sara e quando se voltar a tirar, a cortiça desse sobreiro vale menos. O trabalho é manual porque não existem máquinas para retirar a cortiça dos sobreiros.
No nosso concelho tira-se a casca completa ficando com forma de cortiço, enquanto que no Alentejo corta-se em várias partes.

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Um sobreiro só dá a primeira cortiça ao fim de 25 a 30 anos e depois só se pode tirar de nove em nove anos, o mínimo. Quanto maior o intervalo de tempo, mais grossa é a cortiça. A primeira cortiça é chamada a cortiça virgem e não é muito boa porque é muito rugosa; a segunda cortiça que se retira é a secundeira e a terceira é a amadia que é a melhor de todas e, portanto, a mais cara.

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Depois de retirar a cortiça pinta-se o número das unidades que representa o ano em que se tirou a cortiça.
Através dos veios da cortiça, sabemos qual a idade do sobreiro.

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A cortiça é levada em tratores para o terreno do dono da cortiça onde se faz uma pilha com ela.
Depois é vendida e vai para as fábricas.
Lá é enfardada e cozida, e em seguida vai para uma prensa para ficar plana.
Depois é vendida para outras fábricas para fazer diferentes coisas, como rolhas, isolamentos térmicos e acústicos, artigos de decoração, malas, vestuário e calçado carteiras e outros acessórios e até é usada em naves espaciais.
A cortiça tem várias propriedades: é acústica, isto é, isola o som e é térmica, ou seja, mantém o calor ou o frio.

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A cortiça vale muito dinheiro e permitiu a muitas do concelho de S. Brás de Alportel enriquecer com a sua venda, como foi o caso de Miguel Dias de Andrade, proprietário da casa que é hoje o Museu do Traje.

A visita à serra

No dia 21 de novembro, a minha turma foi à serra.
Quando chegamos, fomos ao Centro de Convívio de Parises. A Cristina explicou à Claudia, como era o nosso projecto.
A Cláudia disse-nos o que é que as pessoas faziam para esquecer o incêndio da serra. As pessoas idosas viam televisão, liam jornais, …
A seguir fomos ver os nossos sobreiros. O meu estava morto, mas a Cristina e a minha professora levaram mais. O sobreiro novo media 20cm.
Depois fomos para a escola. Esta visita foi muito divertida.
Bernardo

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Na sexta-feira, eu e a minha turma fizemos uma visita à serra.
Quando chegamos, fomos ao Centro de Convívio de Parises. A Cristina e a Cláudia falaram-nos do incêndio e o que tinha acontecido às pessoas que ficaram sem nada.
Fizemos grupos e quando chegou a nossa vez de ver o sobreiro que plantamos o ano passado, ele estava morto.
Escavamos um buraco, tiramos o sobreiro morto, plantamos um novo, tapamos com terra e medimos. Ele media 26 cm. Eu fiquei triste porque o outro tinha morrido e o novo era mais pequeno.
Quando eu voltar outra vez à serra, espero que ele tenha crescido. Gostaria também de plantar mais árvores.
Devemos continuar a ajudar a serra, fazendo plantações para devolver a vida à serra.
Carolina

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Na sexta-feira fui à serra com a professora, os meus colegas, a Cristina da Quinta do peral e o senhor José.
No caminho para lá, a professora e a Cristina foram dizendo várias coisas acerca da paisagem. Também falaram sobre o grande incêndio que destruiu muitas árvores na nossa serra. Através dos vidros do autocarro, dava para ver algumas árvores queimadas e sem folhas.
O autocarro estacionou junto do Centro de Convívio de Parises, que já foi uma escola primária. Lá, a Claúdia, responsável do centro, explicou-nos algumas actividades que lá se realizam para ajudar as pessoas a sentirem-se mais felizes depois do incêndio.
Depois do lanche, fizemos uma caminhada. Observamos as plantas e comparamos com o aspeto que tinham quando lá fomos a primeira vez, no ano do incêndio em 2012.
Em seguida, com a ajuda do senhor José, plantamos alguns sobreiros para substituir os que não tinham sobrevivido. Ficamos felizes porque alguns deles estão a crescer bem.
Gostei muito de lá ir e espero que da próxima vez que lá formos, os sobreiros já estejam crescidos.
Sara

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Na sexta-feira, eu e a nossa turma fomos à serra.
Primeiro fomos ao Centro de Convívio em Parises onde falamos com a Cristina e a responsável do centro que se chamava Cláudia. Quando houve o incêndio na serra, as pessoas que viviam lá ficaram muito tristes porque algumas ficaram sem casa, outras ficaram sem os animais e árvores.
Quando fomos para o nosso terreno, cada grupo foi ver o seu sobreiro. O meu estava morto, por isso, plantámos outro.
Nós voltamos para a escola e eu gostei da visita à serra.
Rodrigo Brito

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Na sexta-feira, fui com aminha turma e a Cristina à serra.
Quando chegamos, fomos para o Centro de Convívio de Parises onde a Cristina nos explicou que no grande incêndio de 2012 as pessoas perderam tudo: hortas, estábulos, casa, plantações, …
A Cristina relembrou tudo o que já tínhamos feito no projecto “Devolver a vida à serra”, desde quando semeamos a tremocilha e o tremoço à plantação dos sobreiros.
A Cláudia disse que no Centro de Convívio de Parises faziam várias actividades para manter as pessoas ocupadas e distraídas, para não pensarem no incêndio porque as pessoas ainda choram passados dois anos.
Depois fomos ver os nossos sobreiros. Alguns morreram, mas nós plantamos mais.
Foi muito giro!
Mariana Carvalho

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Última visita à serra

Fomos pela última vez este ano à serra para ver os nossos sobreiros.
Foi um pouco difícil encontrar alguns sobreiros porque eles estavam escondidos no meio das ervas.

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Todos estavam vivos. Medimos os sobreiros e quase todos tinham crescido um pouco.

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Esperamos que eles consigam sobreviver no verão, porque vai estar muito calor e as ervas já não os vão proteger porque vão secar.
Gostámos muito de realizar este projecto e para o ano vamos continuar a desenvolvê-lo com outras actividades.

Evitar incêndios nas florestas

No nosso projeto “Devolver a vida à serra” recebemos a visita da engenheira Sílvia que nos falou sobre as florestas e o que aconteceu à fauna e à flora por causa do incêndio.

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A engenheira Sílvia também nos explicou os cuidados que devemos ter para se evitar incêndios.

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Aprendemos que:

– devemos limpar as matas;

– não devemos deitar lixo para as florestas;

– não atirar pontas de cigarros pela janela do carro quando se vai em viagem;

– não fazer fogueiras ou atirar foguetes perto das matas nos meses de verão;

– devemos limpar os sítios perto das casas antes do verão e também as estradas de acesso, para que, se houver um incêndio, o fogo não al        astre e seja mais fácil de apagar;

– se virmos um incêndio devemos ligar para o número 112.

Aprendemos muitas coisas com esta sessão do nosso projecto.

 Como também um que é um folheto, nas aulas de português,  fizemos folhetos sobre como evitar os incêndios nas florestas.

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A visita à serra

   Hoje eu e a minha turma fomos à serra ver os nossos sobreiros.

   Nesta visita, também fomos ao centro de convívio de Parises, onde o engenheiro Francisco nos falou sobre as consequências do incêndio na serra.

    Ficámos a saber que a área ardida foi igual a 24000 campos de futebol, o que corresponde a metade do concelho de São Brás.

    O senhor Francisco também nos explicou o que é a fauna e a flora e falou sobre elas. A fauna refere-se aos animais. No incêndio, morreu grande parte da fauna da serra. Só sobreviveram alguns animais, como por exemplo aves, javalis e os animais que viviam debaixo da terra.

    A flora refere-se às plantas. Durante o incêndio, a maior parte da flora morreu. Os medronheiros, quando se queimam, rebentam mais rápido.

    Depois desta explicação, fomos ver como estavam os nossos sobreiros. O meu não cresceu, mas a Cristina explicou-nos que, durante o inverno, é normal os sobreiros não crescerem.

   Esta visita foi muito importante porque fiquei a saber muitas coisas sobre a fauna e a flora da serra do Caldeirão.

                                               Carolina

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   Hoje fizemos uma visita à serra. Foi muito proveitoso para toda a turma, pois aprendemos muitas coisas.

    Tivemos a presença de um convidado especial: era o engenheiro Francisco. Ele ensinou-nos como aconteceu o incêndio e como a natureza sofreu com isso: as árvores queimaram-se e os pássaros fugiram à procura de abrigo e alguns que se alimentavam de ervas, morreram.

   O convidado também explicou-nos que há possibilidade de sobrevivência para os animais que vivem a 10 m de profundidade da terra.

   Na serra há muitas espécies de árvores.

                                                                  Emanuela

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   No dia 20 de fevereiro, fomos visitar a Serra do Caldeirão.

   Eu, a professora Fernanda, a D. Cristina e os meus colegas vamos várias vezes durante o ano porque temos lá plantados sobreiros.

    Neste dia, tivemos um convidado conosco, o Sr. francisco. Este senhor explicou-nos o que tinha acontecido na serra naqueles dias do grande incêndio em julho de 2012.

   Ao chegar à serra, estivemos a ver como estavam os nossos sobreiros e os medronheiros dos meninos da outra turma.

  Os nossos sobreiros estão maiores e mais bonitos desde a última vez.

   Eu gosto muito de ir à serra porque gosto da natureza.

                                                        Sara Pires

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   Parámos nos Parises, onde o senhor, no Centro de Convívio nos explicou como é que começou o incêndio. Ele mostrou-nos um mapa com as zonas ardidas e falou que algumas aves e javalis conseguiram fugir para zonas que não arderam.

   De seguida, fomos para o sítio onde plantámos os nossos sobreiros e estivemos a ver como tinham crescido. Usámos uma fita métrica e fomos aos pares medir os sobreiros. Depois apontámos o tamanho do nosso sobreiro que já tem 31 cm.

   Por fim, o senhor que foi conosco à serra fez uma brincadeira: arrancou uma casca de árvore e havia lá bichos. Os rapazes pegaram logo na casca e começaram a fugir atrás das raparigas para meter medo.

   Foi divertido! Mas no regresso enjoei no autocarro.

                                                        Clara 

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Semeámos sobreiros

        No  dia  22  novembro,  nós  semeámos  sobreiros  novamente na nossa escola.

     Reutilizamos as  garrafas  do  ano  anterior para  semear  os sobreiros.  Depois  regamos. Foi  muito   divertido!

     Esperamos  que este ano nasçam mais sobreiros para podermos plantá-los no terreno. Queremos que a serra volte a ficar verdinha!!!

                                                                  Joana

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A Ida à Serra

A minha turma tem um projecto que se chama “Devolver a vida à serra”. Eu, o meus colegas, a professora, a Cristina da Quinta do Peral, a Sílvia, uma colega da Cristina e o senhor Alberto fomos à serra do Caldeirão porque ela tinha Ardido no ano passado.

Nós plantamos sobreiros. Primeiro preparámos a terra, depois colocámos os sobreiros numa cova e, por fim medimos a planta. A minha media 20 centímetros. Depois apontamos numa grelha a medida da planta e a data da plantação. Também registámos as partes constituintes dos sobreiros que plantámos.

Eu gostei muito de ir à serra. Foi muito divertido e importante para a serra.

                                                                         Joana

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A visita à serra

Hoje fui à serra onde no 1ºano semeámos tremoço e tremocilha.

Fui à serra para plantar um sobreiro que semeámos no ano passado e que já tinha algumas folhas e estava dentro de uma garrafa.

Quando chegámos à serra, a Cristina já estava à nossa espera com outra senhora chamada Sílvia que nos explicou coisas sobre os sobreiros.

Depois fizemos grupos de dois e plantámos os sobreiros. Assim, primeiro cavamos um buraco na terra e depois cortámos a garrafa para tirar o sobreiro. A seguir, tapamos o buraco e pusemos água. Depois medimos o sobreiro. O nosso tinha 18 centímetros.

Só no próximo período é que lá voltamos para ver se eles cresceram.

                                                                       Beatriz

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A Ida à serra

No ano passado houve um incêndio na serra. A minha turma e outras têm o projecto “Devolver a vida à Serra.”

Nós fomos hoje à serra plantar sobreiros para haver mais plantas verdes porque a maior parte ardeu. Foi a minha turma, a professora, a Cristina, a Sílvia, uma colega da Cristina e o senhor Alberto que nos ensinou muitas coisas sobre os sobreiros.

Cada grupo de dois alunos plantou o seu sobreiro. Primeiro, ajudamos o senhor Alberto a fazer a cova para plantarmos o sobreiro. Com uma régua medimos o sobreiro e apontamos a altura numa grelha. A seguir metemos o sobreiro na cova e com as mãos tapamos com terra. Usamos a terra que tínhamos tirado da cova.

Eu gostei muito de ir à serra plantar sobreiros.

                                                                  Bernardo

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Hoje fui à serra!

Fui à serra plantar sobreiros com a minha turma. O meu par foi a Carlina. Nós plantámos um sobreiro e até lhe demos um nome: Verdinho Fofinho.

O nosso sobreiro ficou no fim de um monte pequenino, ao pé de um arbusto que não estava queimado.

A serra ainda está muito preta com uns bocadinhos verdes.

Gostava que todos os sobreiros que plantamos crescessem saudáveis.

Gostei muito desta visita.

                                                           Mariana Carvalho

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DEVOLVER A VIDA À SERRA

Espetáculo dos Serranitos

No último dia de aulas, fomos ao Cine-teatro ver o Musical “Devolver a Vida à Serra”  da turma do Pré-escolar das Mealhas que se chama “Os Serranitos”.

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Esta turma fez o mesmo projeto que a nossa turma. Mas enquanto nós fizemos uma página no nosso  blogue onde contámos tudo o que fizemos durante o projeto, a turma dos Serranitos fez um Musical com a ajuda dos pais, das professoras e das auxiliares.

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No espetáculo vimos filmes, fotografias e danças e canções. Nós também cantámos com os Serranitos.

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Nós gostámos muito de assistir a este espetáculo. Foi muito bonito.

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Com este projeto, aprendemos que devemos amar a nossa serra e cuidar muito bem dela.

Vamos continuar este projeto no próximo ano letivo e iremos fazer mais atividades para ajudar a serra.

Junho

Ontem fomos de novo à serra para ver se o tremoço e a tremocilha já tinham fruto.

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Tanto o tremoço, como a tremocilha tinham fruto, mas havia mais tremocilha do que tremoço.

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A Cristina disse-nos que, se calhar, as sementes do tremoço que semeámos já eram velhas e, por isso, não nasceram muitas plantas.

O fruto do tremoço e da tremocilha é uma vagem parecida à das favas, do feijão e das ervilhas. Vimos que o fruto do tremoço é maior e mais claro do que o da tremocilha.

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Abrimos algumas vagens e vimos as sementes que são a parte que nós comemos.

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Não vamos colher o fruto. No verão, as vagens vão abrir-se sozinhas e as sementes vão cair na terra e, quando vierem as chuvas do outono, vão nascer mais plantas do tremoço e da tremocilha.

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Semeámos tremoço e tremocilha porque estas plantas ajudam a enriquecer os solos.

Foi a nossa última visita à serra este ano. Para o próximo ano vamos continuar este projeto porque queremos ajudar a devolver a vida à serra.

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Abril

Hoje fomos à serra para ver se o tremoço e a tremocilha que semeámos já estavam em flor.

Vimos que a tremocilha tinha muita flor. A sua flor é amarela e parece um cacho.

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O tremoço já não estava em flor. Conseguimos ainda ver algumas flores do tremoço já a secar. A flor do tremoço é branca. Em algumas plantas do tremoço, conseguimos ver o fruto a começar a nascer. O fruto do tremoço é uma vagem parecida com a ervilha.

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A serra estava bonita com muitas flores e erva. Vimos estevas, pampilhos, rosmaninho e calças de cuco.

Vimos que as árvores que arderam no verão continuam com o tronco preto e muitas delas não têm folhas. Algumas que não ficaram tão queimadas, já estão a recuperar e têm folhas verdes.

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Janeiro

Ontem voltámos à serra para ver se as sementes do tremoço e da tremocilha já tinham nascido.

Vimos que o terreno tinha sido lavrado. O Sr. Eduardo lavrou o terrreno para que as sementes do tremoço e da tremocilha ficassem enterradas e pudessem nascer.

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Primeiro vimos a tremocilha. As plantas ainda estavam pequenas.

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Depois descemos a encosta para vermos mais abaixo o tremoço.

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Observámos bem as duas plantas e vimos que são parecidas.

Vamos voltar à serra em abril quando estas plantas estiverem em flor.

Início do projeto

No verão passado a serra do concelho de São Brás de Alportel ardeu. A floresta foi destruída e até casas arderam.

A Quinta do Peral criou um projeto para “Devolver a vida à serra” e nós participamos nele.

Primeiro veio a D. Cristina da Quinta do Peral à nossa escola e  mostrou-nos muitas imagens do incêndio. Depois explicou-nos como íamos desenvolver o projeto para ajudar a recuperar a floresta.

Em novembro fomos ver a serra. Vimos os montes pretos, muitas árvores ardidas, mas em alguns lugares já havia umas ervinhas a nascer. Também vimos o terreno onde vamos trabalhar.

O tempo estava muito mau neste dia.

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No dia 22 de novembro, a D. Cristina foi à nossa escola e ajudou-nos a fazer um viveiro de sobreiros.

Nós trouxemos garrafas de água vazias que enchemos com terra que a D. Cristina trouxe da serra. Cada um de nós semeou numa garrafa duas landes. Depois arrumámos as garrafas na varanda da escola. De vez em quando vamos regá-las.

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Gostaríamos que as nossas sementes nascessem para, no próximo ano  podermos plantar os sobreiros pequeninos na serra.

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Passados alguns dias fomos novamente à serra para semear tremoço e tremocilha com a ajuda do Sr Eduardo e da A D. Cristina que  nos explicou que estas plantas ajudam a recuperar os terrenos.

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Gostámos muito desta atividade.

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3 thoughts on “Devolver a Vida à Serra

  1. Esperamos que venha a dar frutos esta iniciativa, que nos anos vindouros a serra esteja melhor e mais verde!!!!!!!!!!
    Esperamos que a natureza recupere deste terrivel acontecimento!!!

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