Fomos à Universidade do Algarve

    No dia 11 de fevereiro, a nossa turma juntamente com outra turma de outra escola, ambas do 4ºano, foram visitar dois laboratórios da Universidade do Algarve no âmbito do projeto “Devolver a vida à serra”.
Para além disso, estreamos o novo autocarro da Câmara de São Brás de Alportel que é muito confortável.

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Quando chegamos à universidade em Gambelas, a nossa turma foi ver o laboratório de fitopatalogia, ou seja, um laboratório que estudo as doenças das plantas (fito=planta + patologia=doença). Fomos lá porque queremos saber informações sobre a doença do sobreiro que é provocada pelo fungo phytophthora cinnamomi. Ficamos a saber que infelizmente o terreno onde plantamos os nossos sobreiros está contaminado por este fungo. Os cientistas apenas descobriram um terreno próximo de Grândola que não estava contaminado.
Conhecemos as investigadoras Marília e Cristiana. No primeiro espaço, a investigadora Cristiana mostrou-nos como descobriam o fungo. Primeiro coloca-se num recipiente uma amostra de solo de um determinado local. Depois coloca-se água, cerca de 2 ou 3 cm acima do nível de terra. A seguir, colocam-se folhas de sobreiro. Depois retira-se a parte contaminada da folhinha e coloca-se num recipiente com um gel. Depois quando a amostra de solo já não é necessária, coloca-se numa espécie de panela de pressão gigante a uma temperatura de 121 º para descontaminar antes de devolver essa terra à natureza.
A investigadora Marília descobriu que existe uma planta que não apanha esse fungo e que é a mariola.

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    Depois, fomos para outro espaço desse laboratório vimos várias máquinas e frigoríficos, um deles marcava – 80º, onde os cientistas guardam as amostras que estão a pesquisar para não se estragarem.
Neste espaço, vimos um vídeo que mostrava a reprodução do fungo e imagens sobre árvores infetadas. Há duas formas de morte das árvores infetadas: a morte lenta que é quando o fungo ataca as raízes secundárias e a morte súbita quando ataca a raiz principal, formando uma espécie de argola que não deixa circular o ar e a água parecendo que enforca a planta.
A investigadora deu-nos um frasco pequenino com um gel para nós passarmos o dedo antes de lavarmos as mãos e ver as bactérias que lá ficam.

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Posteriormente fomos ao CMAR, que significa Centro de Ciências do Mar onde fomos guiados por outra investigadora que também se chamava Marília.
Neste laboratório fomos saber que o incêndio tinha afetado a qualidade da água das ribeiras, poços da serra onde houve o incêndio. Ficamos a saber que sim. Primeiro vivem lá animais que morrem por falta de ar devido às cinzas que ficam na água e impedem o ar de circular.
Depois vimos lupas com bichos de espécies diferentes. Aprendemos que se a água tiver larvas de minhoca é má para o consumo, mas se tiver larvas de libelinha é boa. Se tiver larvas de minhocas e de libelinhas é mais ou menos.

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Gostamos muito desta visita e também nos divertimos.
Beatriz, Rafael, Rodrigo Silva, Clara, Carolina, Inês, Érica e Nico

    No dia 11 de fevereiro fomos à Universidade do Algarve visitar dois laboratórios.
Nós estreamos o novo autocarro da Câmara Municipal

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No laboratório de fitopatologia, duas investigadoras falaram sobre a doença do sobreiro. Aprendemos como se vê que um determinado solo está contaminado pelo fungo chamado “phytophtora cinnamomi”. Coloca-se uma amostra de solo numa caixa e sobre essa terra coloca-se água. Depois colocam-se folhas de sobreiro e fecha-se a caixa. Se as folhas de sobreiro ficarem com manchas castanhas é porque está contaminado. Aprendemos também que quando uma planta é contaminada pelo fungo, as suas folhas ficam com manchas castanhas e as folhas vão caindo, conseguindo-se ver o céu através da sua copa. O laboratório tinha uma máquina onde se punha o solo contaminado para o descontaminar dos fungos.

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Noutra sala deste laboratório vimos uma apresentação em powerpoint e um vídeo que mostrava os fungos a invadirem as raízes.

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Depois fomos a outro laboratório CCmar (Centro de Ciências do Mar) que estuda a água dos rios. A cientista Marília disse-nos que costumava trabalhar e estudar a água do rio Guadiana. Nós perguntamos se o incêndio na nossa serra tinha tido influência na vida marinha. Disseram-nos que o incêndio tinha influenciado a vida marinha nas ribeiras e lagos da serra porque as cinzas foram para a água e os animais marinhos tinham muita dificuldade em respirar.
Depois vimos com lupas alguns animais marinhos e aprendemos que se houver larvas de libelinha na água significa que ela está em boas condições e se houver apenas larvas de minhocas, a água está poluída.

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Gostamos de ver ambos os laboratórios e aprendemos muitas coisas.
Bernardo, Mariana Carmo, Rodrigo Martins, Rodrigo Brito, Mariana Carvalho, Rodrigo Cavaco, Susana

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