Visitámos a fábrica “Nova Cortiça”

Na sexta-feira fui com a minha turma a uma fábrica de cortiça em São Brás de Alportel chamada “Nova Cortiça”.
O senhor Gianluca disse-nos 25 a 30 anos após a plantação de um sobreiro podemos tirar a primeira cortiça que se chama “virgem”. Passados 9 anos ou mais, podemos tirar a segunda cortiça, a cortiça “secundeira”; passados mais 9 anos podemos tirar a cortiça “amadia” e toda a cortiça tirada a seguir à terceira é “amadia”.
A cortiça é cozida nas caldeiras durante uma hora. Depois de cozida, fica mmais flexível e mais plana. A isso chama-se uma prancha de cortiça.
A cortiça é laminada em três e a parte do meio é usada para fazer discos de cortiça natural que são colados nas rolhas dos vinhos caros.
A cortiça “virgem” e a “secundeira” juntas com os restos de cortiça “amadia” são usadas para fazer granulado de cortiça, que servem para juntar e fazer rolhas, Mas numa das extremidades das rolhas são colados dois discos de cortiça.
Também aprendemos que a +pele de cortiça tem a espessura das asas de uma borboleta, mas é colada num tecido e serve para fazer muitas coisas.

Mariana Carvalho

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Na sexta-feira, eu a minha turma fomos a uma fábrica de cortiça que se chama “Nova cortiça”.
Um senhor chamado Gianluca (que veio de Itália) guiou-nos para a sala de reuniões.
Falamos do sobreiro que dá para tirar a cortiça a primeira vez após 25 a 30 anos e depois tira-se de 9 em 9 anos.
A primeira cortiça a ser tirada chama-se “virgem”, e a segunda cham-se secundeira” e a terceira e seguintes “amadia”.
O Gianluca também nos disse que a cortiça se coze em agua quente durante uma hora para matar as bactérias. E os bocados de cortiça depois de cozidos ficam em forma de pranchas.
As rolhas de cortiça feitas com cortiça natural custam 2 a 3 euros.
A cortiça não e desperdiçada porque com os restos faz-se granulado.
Depois visitamos a fábrica. Alguns trabalhadores cortam a cortiça em três partes: as costas (a parte de fora do sobreiro), a barriga (a parte que fica junto ao tronco da árvore) e o meio.
Há quatro senhoras que tiram os discos que têm bactérias ou fungos. Elas têm de ver todos dias um milhão e meio de discos de cortiça.
Rodrigo Brito

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Na sexta-feira visitámos uma fábrica de cortiça chamada “Nova cortiça”.
Nesta fábrica trabalham 70 pessoas e fazem-se um milhão e meio de discos de cortiça por dia.
Dá para pintar a cortiça com várias cores e até fazer imitação de pele de crocodilo.
Tiram-se 5 fotografias a cada disco, o que faz 7500 000 de fotografias todos os dias.
Fazem sacos com 40 000 discos de cortiça e custa 2000 euros se for da melhor qualidade. Os sacos maiores têm 200 000 discois e custam 10 000 euros.

Rodrigo Martins

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Nós fomos à fábrica de cortiça “Nova Cortiça”.
Quando chegámos um senhor com o nome de Gianluca disse-nos que a especialidade da fábrica era fazer discos de cortiça. Da cortiça que sobra é transformada em granulado.
O senhor Gianluca disse que outras fábricas compravam os discos de cortiça e com o granulado faziam tubos de cortiça.
A seguir a estas explicações fomos ver as máquinas.
Vimos uma grande máquina a cozer a cortiça e muitas outras a parti-la em discos de cortiça.
No fim deste processo havia uma máquina que contava os discos de cortiça que eram levados para sacos para serem armazenados.
La fora da fábrica vimos muitos fardos de cortiça.

Rodrigo Cavaco

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No dia 20 de fevereiro fui a uma fábrica de cortiça chamada “Nova cortiça”.
Lá fomos para uma salinha onde estava um senhor chamado Gianluca que era de Itália, mas tinha vindo para Portugal com 3 anos.
Todos os dias são feitos 1500 000 discos de cortiça e são tiradas 5 fotografias de cada disco.
Para se pôr o nome numa rolha imprime-se ou queima-se.
Quando são vendidos, os sacos de 40000 discos de melhor qualidade custam 2000 euros, os de média 1200 euros e os de qualidade mais baixa 600 a 800 euros. Os sacos maiores com 200 000 discos de cortiça de melhor qualidade custam 10 000 euros.

Violeta

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Na sexta-feira fui à fábrica “Nova Cortiça”. Lá conhecemos um senhor que se chamava Gianluca que é de Itália.
O senhor Gianluca disse-nos que só quando o sobreiro tem 25 anos é que se tira a primeira cortiça. Depois de ser tirada da árvore, e já na fábrica, vai a cozer durante uma hora.
A seguir lamina-se em três partes. Com a parte do meio fazem-se os discos de cortiça e o que sobra dois discos mais as outras duas partes faz-se granulado.
A rolha leva 2 discos de cortiça em baixo colados um ao outro e à rolha. As rolhas naturais custam entre 2 a 3 euros.
Alguns discos podem ter bactérias e fungos. As senhoras que se responsabilizam por esse trabalho tiram esses discos. A fábrica faz por dia um milhão e meio de discos. Por isso, elas têm de ter muita atenção.

Inês

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Na sexta-feira fui com a minha professora e os meus colegas à fábrica “Nova Cortiça”
Quando chegamos tiramos o caderno e a caneta para apontar as informações.
Depois fomos para uma sala onde estava um senhor chamado Gianluca que nos falou sobre o sobreiro e a cortiça. Disse que a cortiça pode servir para fazer rolhas, vestuário, pode ser usada em foguetões, sofás , discos de cortiça, malas, guarda-chuvas e muitas mais coisas.
A fábrica abriu em 1986 e trabalham lá 70 pessoas.
A cortiça demora 25 anos a se desenvolver e não se podem fazer rolhas nem da primeira nem da segunda cortiça que se tira. Apenas a partir da terceira. Por isso só quando o sobreiro tem 43 anos é que se pode tirar cortiça para fazer rolhas.
As rolhas de melhor qualidade, feitas com cortiça natural vão para vinhos que podem custam 100 euros ou mais.
Naquela fábrica não há nenhum desperdício de cortiça.

Mariana Carmo

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Nós na sexta-feira fomos a uma fábrica de cortiça.
Lá o senhor Gianluca mostrou-nos o que pode fazer com a cortiça.
Quando se tira a cortiça do sobreiro não se mata a árvore.
Na fábrica cozem a cortiça durante uma hora para a limpar e a deixar flexível, tipo borracha.
As pranchas de cortiça são cortadas em três.
Os discos de cortiça fazem-se com a parte do meio e servem para por no final das rolhas de champanhe. Os discos pequenos são para as rolhas do vinho.
Com o que sobra faz-se granulado.
Quando as pranchas são grossas, dá para fazer rolhas naturais que se forem de cortiça de boa qualidade valem 2 ou 3 euros.
A cortiça também dá para fazer chão e paredes.

Luana

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